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ÃOmistoso de 2015

PLANTÃO: Redenção: Veva 1 x Atlético Porto 0. Gauchão: Juventude 1 x Caxias 0

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Mas que decepção!!!

    
     
Quando se esperava uma reação forte do presidente do Internacional, Vitório Píffero, depois da estreia fracassada do time na Libertadores, ele decepcionou a sua torcida. Não tomou nenhuma decisão. Preferiu permanecer com o técnico Diego Aguirre que depois de quase dois meses não conseguiu melhorar a equipe vermelha em relação ao ano passado. Apesar de reforços de peso, Diego Aguirre não conseguiu estabelecer um esquema prático. A equipe a cada jogo decepciona e ninguém aposta que o Inter possa conquistar uma vitória contra a Universidade do Chile. E se não vencer, o time sai da Copa precocemente. E aí como ficaria o planejamento? Faltaria grana e o Inter entraria em parafuso.
     O colorado joga no domingo em Rio Grande contra o São Paulo. O treinador, parecendo perdido, ainda não definiu a equipe. O certo é que Nilmar, expulso, e mais Réver e Anderson Show estarçao no time.
     E o Grêmio, parece ter acertado o time. A vitória por 2 a 0 sobre o Passo Fundo mostrou isto, principalmente no segundo tempo. A equipe de Felipão deverá melhorar bastante com o ingresso do ex-colorado Giuliano. O jogo será contra o Juventude, na próxima segunda-feira.
     E César Pacheco volta ao clube como diretor de futebol aceitando o convite feito pelo vice Fábio Koff.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

Para mim derrota não foi surpresa

Pelo que o Internacional mostrou nestes quase dois meses, a derrota para o The Strongest, para mim não foi nenhuma surpresa. Diego Aguirre, até agora,  não conseguiu, ainda, dar à equipe um  padrão tático.  As atuações do time jamais empolgaram a sua torcida. Eu mesmo escrevi aqui que a "batata" do treinador começaria a assar se o Inter não vencesse na estreia da Libertadores. Penso que se não houver uma posição firme do presidente, o Internacional já no seu segundo jogo que será aqui no Beir-Rio, contra a LDU, poderá estar dando adeus na competição mais importante da América do Sul. Mas para quem esperava uma reação forte do presidente cobrando mais do treinador, Píffero surpreendeu dizendo que a equipe teve um bom segundo tempo. Só ele e o técnico comungam deste pensamento.
A mudança do comando técnico é uma necessidade. Caso contrário, haverá um adeus precoce a mais importante competição da América do Sul. Creio que uma alteração deverá ser feita. E quem entraria? Celso Roth.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

 

Não duvidem se Felipão apagar as luzes e for embora

Não tenho dúvidas de que se arrependimento matasse o Luiz Felipe Scolari já estava morto. Quando foi convencido pelo então presidente Fábio Koff para voltar ao comando técnico do Grêmio, depois da surra que levou da seleção alemã, Felipão deslumbrava uma recuperação no seu prestígio. O time do Grêmio não era dos piores e lutou até quase ao final do campeonato por uma das vagas brasileiras à Libertadores. Como não foi possível, a direção abriu o jogo para o treinador. Sem Libertadores o clube passaria ainda por mais dificuldades financeiras e era imperioso uma economia de guerra, ou seja baixando consideravelmente a folha de pagamento. E aí o desmanche do time foi total. Werley, Zé Roberto, Riveros, Alan Ruiz, Dudu, Barcos e mais recentemente Marcelo Moreno deixaram o clube. A folha baixou, mas há ainda um problema a solucionar: Kleber e Edinho que não estão nos planos. Kleber ganha 750 mil reais por mês e não há clube interessados.
Felipão se viu, então, a frente de um elenco com poucos cascudos e muitos meninos e dois meses depois da abertura da temporada não tem um time definido. A derrota para o Veranópolis, neste sábado, determinou que o técnico, se dizendo envergonhado, tenha se retirado do banco de reservas antes do final da partida.
A verdade é que o futebol do Grêmio está entregue às traças. Koff não aparece na Arena e seu substituto está passeando pela Alemanha. Felipe está se sentindo sozinho e acredito mesmo que se o Grêmio, nos próximos jogos, não reagir ele venha apagar as luzes.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

Não sei se é certo acabar com o municipal da categoria livre

O que sei é que a sociedade é refém da bandidagem e violência. A Secretaria de Esportes fez um estudo sobre o campeonato municipal de 2013 no qual uma série de jogos registraram incidentes envolvendo jogadores, dirigentes e torcedores contra árbitros e bandeiras. Pois bem, será que uma meia dúzia de equipes não se salvaram? Se a resposta for positiva, seria um grande castigo para atletas, dirigentes e torcedores disciplinados. Então, por que não fazer um campeonato só para eles? Iríamos depurando a nossa várzea e fazendo uma competição para quem quer, de fato, jogar futebol. Só não podemos capitular para a marginália, para a violência. Penso que há tempo para a Sme realizar este tipo de estudo. Não buscando times que se classifiquem nas ligas, mas sim convidados, como acontece na Redenção. Por que o Mário conseguiu realizar uma série de eventos no ano e sem nenhum incidente? Simples, porque a Liga da Redenção é linha dura. A Sme deveria ser assim também e não passar a mão por cima de pessoas interessadas tão somente em acabar com a várzea.
O mesmo penso com relação ao futebol profissional. Não podemos acabar com os campeonatos e permitir que marginais ao invés de assistirem o espetáculo se dirijam aos estádios com a pré-disposição de enfrentamento com a Polícia. Ou briguem entre si como aconteceu com a torcida do Corinthians no clássico com o Palmeiras.
O Rio Grande do Sul, no próximo Gre-Nal a ser disputado no Beira-Rio busca pioneirismo abrindo uma espaço para gremistas e colorados torcerem juntos. Qual o colorado que não tem um parente ou amigo gremista e vice versa. Eu mesmo, quando me conheci por gente tinha no meu pai um ferrenho torcedor do Grêmio. Sai colorado, apesar do esforço dele para que fosse gremista. Então temos de acabar com esta história de que gremista é inimigo de colorado e que colorado é inimigo de gremista. São apenas adversários. A flauta é a coisa mais salutar no futebol. Tomara que a iniciativa que partiu da direção do Internacional venha dar certo. Tomara.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

Não é o The Strongest que mete medo. Quem mete medo é o próprio Inter

Assisti o jogo em que o The Strongest classificou para pegar o Internacional, terça-feira, na altitude de La Paz. E me pareceu ser um time que não mete medo em ninguém. Quem mete medo é o Internacional Vai a campo quase dois meses de treinamento e não tem uma estrutura tática. O time é ridículo na defesa, onde seus zagueiros marcam em linha. Carente na meia-cancha com Nilton ainda sem ter uma boa atuação. Com D'Alessandro desconfortável com a nova função e com Nilmar até agora não jogando nada. A todas estas, o técnico parece estar perdido.
O Anderson Show entrou bem apesar de ter desperdiçado o pênalti que poderia dar a vitória do Internacional. Mas mostrou que é, de fato um jogadordiferenciado.
Pelo que vi do Internacional, este ano, temo por uma eliminação precoce na Libertadores se  Píffero teime em manter Diego Aguirre como treinador.
Como diria o velho Cláudio Cabral: "Oremos"

Luiz Carlos Oliveira, jornallista

Técnico colorado com a corda no pescoço

Não resta dúvidas de que o jogo de estréia do Internacional na Libertadores, semana que vem, será um divisor de águas para o técnico Diego Aguirre que até agora não disse a que veio. O time, apesar dos reforços oferecidos pela direção está jogando menos do que no ano passsado. A defesa continua sendo uma peneira. Continua com problemas nas laterais e dentro da área. Léo não é artigo de luxo e Cláudio Winck quando chamado não corresponde. Dentro da área, Paulão é rebatedor tão somente e procura fazer a ligação direta. O meio-campo não funciona. Nilton entrou mal. E mal está afundando o Aranguiz. D'Alessandro parece não jogar a vontade. Salvam-se apenas Sasha e Vitinho. É muito pouco para quase dois meses de treinamentos.
O técnico que é contestado pela torcida não tem o respaldo da direção e eu não tenho dúvidas que se o time não trouxer um bom resultado da Bolívia ou do México - o adversário colorado será conhecido na noite desta terça-feira -, Diego Aguirre não desce em Porto Alegre como técnico do Inter. E o seu substituto, na minha opinião, já estaria escolhido: Celso Roth. Portanto, o resultado de terça-feira que vem será, na minha opinião, vital para a permanência do técnico no comando do time.
O Grêmio está vendendo o centroavante Marcelo Moreno. Há quem condene. A direção, porém, sabe o que faz. Está ameaçada de perder o jogador de graça ao final do ano. Na metade ele já teria condições de assinar um pré-contrato com qualquer clube. Então, entre pegar um dinheirinho agora e ficar sem nada no final do ano, a direção está agindo corretamente.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

Pelo que vi nesta quarta-feira foi de dar medo

Confesso que esperava muito mais do time do Internacional. Mas a equipe do Diego Aguirre me mostrou muito pouco. Tão pouco que acredito ser curta a vida do Internacional na Libertadores. O técnico errou no posicionamento dos zagueiros. Paulão tem de ser o central rebatedor e o outo jogar pelo lado esquerdo. Ah, mas o Réver vai jogar por ali! Então arruma outra zagueiro para jogar com o Réver. O Ernandes foi muito mal por baixo e por cima. O Cláudio Winck joga muito quando está no banco. É voluntarioso, bom marcador e outras virtudes que eu não vejo nele. Por isto o Léo é o titular E o lateral esquerdo é aquilo que estamos acostumados desde do ano pasado. É uma Itaipú para uma lâmpada de 100. E o volante Nilton não foi nada bem e com isto está levando para o brejo o Aranguiz jogador de alto quilate. Eu escrevi aqui que o Nilton entraria como uma luva no meio-campo do Internacional. Acontece que está muito mal. Erra passes, perde divididas e proporciona o contrataque para o adversário.
O goleiro Alisson que dizem maravilhas estava todo atrapalhado. Antes de levar os gols quase levou dois olímpícos de escanteios cobrados pelo Jô. Depois fracassou no gol de bicicleta do Jô e no último gol, antão....
Repito: pelo que vi foi de meter medo. Acho que a batata do Diego Aguirre começa a assar. Quem poderia segurá-lo já não está entre nós.
O Grêmio perdeu com um time de guris. Os mais cascudos não jogaram nada, como Douglas e o Marcelo Moreno. O Luan só quer brigar e quem brilhou mesmo foi o Éverton.

Luiz Carlos Oliveira, jornalista

Criticar a contratação do Anderson Show só pode ser dor de cotovelo

Não há como negar que o atual presidente do Internacional que começou sua gestão meio parado deu um golpe de mestre ao contratar o ex-gremista Anderson Show. Ele é,de fato, um jogador diferenciado. Foi assim ao responder para o Cuca quando entrou no refeitório com três celulares: "Sou melhor que os teus jogadores". Cuca achou um desafio e convocou ele para o treinamento do dia seguinte. E já no Gre-Nal foi bancário. Entrou e fez o único gol do Grêmio que perdeu o clássico por 3 a 1. Ele disse e confirmou.  Foi o herói da batalha dos Aflitos. Não venham me dizer que um jogador deste quilate desaprendeu de jogar?  O que fazem com os brasileiros na Europa não serve de parâmetro. O Mourinho, por exemplo, não gosta do Oscar. 
Ah, quando ele começou no Grêmio era um negrinho pobre e agora está rico. E daí. O que vale é a cabeça dele atualmente e o ambiente que irá encontrar no Beira-Rio. Para mim não foi uma boa contratação. Foi um baita de um negócio. O Inter está agregando qualidade no seu time. O Píffero está entregando ao Diego Aguirre uma F-1. Ele só não pode dar uma de Barrichello.
+ O Scolari não definiu ainda o time do Grêmio. Pô, teve um baita de um tempo e não sabe o que é melhor para o time. Será que o Felipão está voltando aos áureos tempos da seleção brasileira dos 7 a 1 para a Alemanhã?

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